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Inúmeras vezes me dei como fraco. Inúmeras vezes desisti de mim. Mas abrindo os olhos apercebi-me de que posso ser muito, mas não fraco! Se o fosse saberia desistir. Desistir? O que é isso? Tal palavra não deve de certo constar no meu dicionário. Se constasse, saberia desistir. Desistir? Mas como se faz? De certo não me programaram para tal, com certeza não me ensinaram nem cedo nem tarde. Desistir é algo que não faz parte de mim, não consta nas minhas atitudes nem sequer nos meus pensamentos. E será isto um erro, perseguir o que se quer, lutar pela felicidade que se idealiza? Não espezinho nenhum outro ser para chegar ao meu destino, contudo, tropeço tantas vezes quantas as que caminho. Tropeço sempre que erro, tropeço sempre que sinto, sempre que penso. E no fim de tudo, o grande erro não é pensar, nem não saber desistir. Não! O grande erro é sempre o mesmo: sentir e amar. Já se tornou um clássico. Já é prato do dia. E eu ainda não me habituei. Quero desistir de amar? Posso?
E no fim, desisto, porque tu já desististe de mim. Se as coisas fossem tudo como eu gosto, eu seria teu e tu perderias esse medo de ser minha.
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